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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Os Maias apontam 2012 como o fim de um ciclo na Terra


Um dos mais antigos povos da América Central, os Maias destacam-se até hoje por sua organizada estrutura de ciência, história, arte e religião. Das várias profecias feitas por esse povo, há mais de 5 mil anos, a que mais chama a atenção de cientistas e filósofos de todo o mundo é a exatidão e o mistério contidos no calendário maia, que cita o ano 2012 como um ano-chave para mudanças em nosso planeta e o fim de um ciclo. No entanto, as sete profecias que marcam a civilização maia trazem, acima de tudo, esperança e conscientização.

Os maias acreditavam que a nossa Galáxia segue um ciclo imutável, o que pode e deve ser mudado é a consciência da humanidade rumo à evolução. Eles apontam que sua civilização era a quinta iluminada pelo Sol, ou seja, estavam no quinto grande ciclo solar e, por conseqüência, outras quatro já haviam passado pela Terra e foram destruídas por desastres naturais.
Os maias previram que o Sol mudará a sua polarização em 22 de dezembro de 2012, após receber um raio sincronizado com origem no centro da Galáxia, um raio que dará origem a explosões solares iniciando a transformação do planeta. Desse modo, uma nova era terá início: o sexto ciclo solar. Os maias relatavam que esse fenômeno acontece a cada 5.125 anos (de acordo com estudiosos e pesquisadores, o início deste ciclo solar se deu no ano 3113 a.C.) e que a Terra será afetada pelo Sol devido a uma mudança no seu eixo de rotação.
As Sete Profecias Maias dizem que a civilização baseada no medo será transformada através das vibrações de harmonia. Mas essa transformação só ocorrerá para quem assim o desejar, será algo pessoal. Os maias não falam em fim do mundo, mas em um processo de transformação em que o espírito ganhará em sua jornada de evolução a esferas mais altas.

As sete profecias

As Sete Profecias Maias, que resumimos abaixo, aparecem para ajudar a humanidade a ter uma atitude de mudança individual, em que todos deverão almejar a compreensão de sua integração com tudo o que existe.
A primeira profecia : É o princípio do tempo não-tempo, que teve início em 1992. Nessa data, o homem começou a fazer mudanças em suas atitudes e consciência, abrindo sua mente a tudo o que existe. Este é um período de 20 anos de duração, no qual a humanidade entra em um período de grande aprendizado e transformação. Após sete anos (a partir de 1999) começa um período de escuridão, em que cada indivíduo se auto-analisará. O homem estará como em um grande salão de espelhos; o materialismo será deixado para trás e inicia-se um processo de libertação do sofrimento.
A segunda profecia : Afirma que a resposta a tudo está dentro de cada indivíduo e que seu comportamento determinará seu futuro. Confirma que, a partir do eclipse solar de 11 de agosto de 1999, o comportamento da humanidade terá grande transformação. Os maias afirmam que os homens facilmente perderão o controle de suas emoções ou conhecerão sua paz interior. Também indicam que a energia que é recebida do centro da Galáxia causa um aumento na vibração do planeta e das ondas cerebrais, alterando pensamentos, comportamento e sentimentos. Esta profecia sugere dois caminhos: um de compreensão e tolerância e outro de medo e destruição. O caminho a seguir será escolhido por cada um.
A terceira profecia : Aponta uma grande mudança na temperatura, produzindo transformações climáticas, geológicas e sociais em uma magnitude nunca antes vista e em incrível rapidez. Uma delas será decorrente do próprio homem, devido à sua falta de consciência em cuidar e proteger os recursos naturais do planeta, e as outras geradas pelo próprio Sol, o qual intensificará sua atividade pelo aumento das vibrações.
A quarta profecia : Relata que a conduta antiecológica do ser humano e o aumento da atividade solar causarão o derretimento dos pólos. A Terra estará apta a se recompor, porém com mudanças na composição física dos continentes. Os maias ainda apontam que, de acordo com seus estudos, a cada 117 giros do planeta Vênus, o Sol sofre novas alterações com grandes explosões e ventos solares, o que coincide com o final deste ciclo.
A quinta profecia : Todos os sistemas que se baseiam no medo sofrerão uma drástica mudança junto com o planeta e o homem passará por uma transformação para dar caminho a uma nova e harmônica realidade. Os sistemas falharão e o homem terá de olhar para si a fim de encontrar uma resposta para reorganizar a sociedade e continuar o caminho à evolução, que o levará a entender a criação.
A sexta profecia : Mostra que nos anos finais aparecerá um cometa cuja trajetória pode pôr em perigo a existência do homem. Essa cultura de considerar o cometa como um agente de mudança vem pôr movimento ao existente equilíbrio, permitindo a evolução da consciência. Para os maias, Deus é a presença da vida, apresenta variadas formas e está em tudo.
A sétima profecia : Esta profecia aponta que, entre os anos 1999 e 2012, uma luz emitida do centro da Galáxia sincronizará todos os seres vivos e permitirá que voluntariamente iniciem uma transformação interna que produzirá novas realidades. Os maias mencionam que cada um terá a oportunidade de mudar e quebrar suas limitações, criando uma nova era, em que a comunicação será pelo pensamento. Os limites desaparecerão, uma nova era de luz e transparência terá início e as mentiras desaparecerão.
Em seqüência à esse artigo, a Folha Espírita publicou uma entrevista cedida por Fernando Malkun Rojas um dos maiores conhecedores do Calendário Maia e suas profecias, à Amantino Freitas por telefone.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Sobre o aquecimento no planeta.


Hoje em dia praticamente toda a gente reconhece que o planeta está a aquecer e vai continuar a aquecer ainda mais e que a responsabilidade desse fenómeno é em grande parte culpa da Humanidade.
Um relatório do Painel Intergovernamental sobre as Alterações Climáticas das Nações Unidas informa que a temperatura média da Terra aumentou 0,74 graus celsius entre 1906 e 2005 e prevê que essa média continue a aumentar. Quanto vai aquecer o nosso planeta no futuro, quem ou o que influência essas mudanças e que devemos fazer para lutar contra isso tem sido tema de debate há décadas. O aquecimento global tem sido sempre um tópico polémico não só por razões políticas mas também científicas. Há ainda muitas coisas que não compreendemos no nosso planeta. No entanto, o efeito de estufa tem sido bastante estudado. Trata-se de uma combinação de gases na atmosfera que retêm o calor do sol. O vapor da água tem um impacto significativo no efeito de estufa assim como o dióxido de carbono, o metano, o óxido nítrico e os CFCs. O dióxido de carbono, produzido pela queima de combustíveis fosseis, como carvão, petróleo ou gás é tido como o principal responsável pelo aquecimento global. Um dos grandes debates actuais consiste em saber qual é o nível “aceitável” de CO2 na atmosfera. Antes da revolução industrial esse nível era de 290 partes por milhão (ppm). Actualmente a média é de 383ppm. No entanto, argumenta-se que 350ppm é o limite máximo para uma margem de manobra sobre as alterações climáticas. Os efeitos do aquecimento global já são visíveis. As calotes polares estão a derreter e esse impacto pode ser sentido tanto a nível local como a nível global. Exemplo: um aumento da massa de água fria no Oceano Árctico pode criar distúrbios na Corrente do Golfo, a corrente marítima que transporta o calor dos trópicos para a Europa Ocidental.



As calotes desempenham o importante papel de reflectir o calor para fora da Terra, por isso menos gelo significa mais calor absorvido pelos oceanos. O nível do mar está a aumentar em parte devido à expansão termal da água e ao derretimento do manto de gelo. A erosão das costas, as tempestades e cheias, não só ameaçam a existência de várias ilhas como ainda a vida de milhões de pessoas no mundo inteiro que vivem em cidades costeiras. Os períodos de seca representam outro dos problemas emergentes, especialmente no leste africano, exacerbados por outros factores como a desflorestação e sobrepopulação. O aumento das temperaturas significa também que as cadeias montanhosas retêm menos neve e gelo afectando as provisões de água para aqueles que dela precisam no Verão.
O futuro do nosso clima é complexo. Muitos especialistas prevêem qual será a temperatura média em 2100 mas a discussão em torno do nível do mar é ainda muito acesa. Apesar disso, é evidente que a Terra atravessa um curto período de arrefecimento. Existem previsões bastante divulgadas de mais ondas de calor, cheias, e períodos de seca. Algumas áreas podem vir a tornar-se mais frescas outras mais chuvosas. O clima do nosso planeta é um sistema dual que muitos especialistas apelidam essencialmente de caótico, é por essa razão que uma grande parte deles encontra dificuldades na hora de construir modelos computadorizados que possam prever, a longo prazo, que efeitos terá, por exemplo, o derretimento do Oceano Árctico em 2100, ou a redução para metade das emissões de CO2 nas próximas décadas. Related Link: 100places.com
Image Credits
  • The Thames, London, Britain: © Michael Dunning / Getty Images
  • Kakadu Wetlands, Australia: © Belinda Wright / Getty Images
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domingo, 29 de novembro de 2009

Vênus regente de 2010



O ano de 2010 é o trigésimo do atual ciclo solar(que se iniciou em 1981). Seu regente é Vênus, o princípio original do amor e da harmonia. Vênus busca o equilíbrio, favorece os relacionamentos,a estética e a beleza.
Ele é o planeta que atrai os nossos olhos com sua luminosidade e beleza, quando olhamos o céu, principalmente no nascente e no poente do Sol.
  Simbolizando nosso desejo de união e de relacionamentos, Vênus rege a nossa capacidade de atrair pessoas, objetos e situações que desejamos.
  Vênus tem a tarefa de contar para o Sol, ou para o eu, a respeito de seus afetos, gostos, escolhas e preferências, descrevendo sua habilidade em conquistar, apreciar, valorizar, agradar, amar e ser amado, atraindo para si paz, equilíbrio, bem-estar e satisfação.
  A pequena benéfica, como também é chamada, rege ainda a maneira de gerar dinheiro, vantagens, benefícios e ganhos palpáveis, concretos e materiais, bem como a maneira como cada um de nós vivencia suas escolhas e relacionamentos, amenizando tudo, enfeitando e colorindo de prazer o que você faz.
Vênus rege os signos de Touro e Libra. Em Libra simboliza o desejo por relacionamentos, parcerias, associações e casamentos; representa o princípio de justeza e de justiça, de paz, de harmonia, de equilíbrio e proporção, tão indispensáveis ao cultivo da paz, da arte, da beleza e da diplomacia.
  Como regente de Touro, o signo das posses, valores e bens de todo tipo, simboliza o desejo de obter segurança material, para sustentar seus desejos, proporcionar conforto e bem-estar, satisfazer seus caprichos, explorando ao maximo o prazer que os sentidos podem proporcionar.
  No mapa astrológico de cada um de nós, o signo em que Vênus se encontra descreve nossa autoestima e com quais valores exercemos nosso poder de atração do bom e do belo nos relacionamentos, situações e prazeres em geral. A casa em que ela está, aponta em quais assuntos você vai utilizar essas qualidades e vivenciar todos os benèvolos efeitos. No mapa das mulheres representa a autoimagem feminina e no mapa masculino, o pefil de mulher que o atrai.

                                                                                                   Vênus na Mitologia


  Vênus para os romanos, ou Afrodite para os gregos, era uma das principais deusas do panteão mitológico. Filha de Urano, o céu, Afrodite nasceu da castração que Urano sofreu pelas mãos de seu filho Cronos ou Saturno,e foi com o sêmem de seu pai caído no mar, que Afrodite foi gerada. Ela é, portanto, filha do céu e do mar.
  Seu nome em grego significa "espuma", " a nascida das espumas" ou, ainda, " a que surge das ondas do mar". Saída das águas da ilha de chipre, Afrodite foi promovendo o desabrochar de tudo por onde passava. Acolhida por Horas, deusa do tempo, foi vestida, ornamentada e conduzida à mansão dos Olímpicos, onde habitavam os deuses. Assim que chegou, foi admirada e invejada por sua beleza, que seduziu a todos exceto
à Palas Athena , a deusa da sabedoria e da honra, à Artemis, deusa lunar e das artes e á Héstia, deusa do lar e da espiritualidade. Para acalmar essas deusas e aplacar o desejo dos deuses, Zeus obrigou-a a casar-se com Hefesto, o artesão dos metais, deus coxo e feio. Mas isso em nada freou os apetites de Afrodite, que manteve um caso de amor eterno com Ares, o deus da guerra, além de muitos outros caso com deuses e heróis. Afrodite ou Vênus teve poucos filhos e aparecia sempre acompanhada de um deles, Eros, o deus do amor, que fazia apaixonar-se todo aquele que fosse flechado por ele.
  Entre os caldeus, Vênus era Ishtar, comparada à virgem mãe sumeriana, senhora dos céus e deusa da fertilidade, e eles a apelidaram de aquela que indica o caminho das estrelas. Enquanto deusa da tarde, favorecia o amor e a volúpia; enquanto deusa da manhã, presidia os atos de guerra e de massacre. Era  considerada filha da Lua e irmã do Sol.
  Os cultos assírios assim como as pinturas do palácio Mari,do segundo milênio, lhe dão o leão como atributo. tambem na literatura religiosa é, as vezes, chamada de leão furioso ou leoa dos deuses do céu. Enquanto deusa do amor e rainha dos prazeres, também é chamada de aquela que ama o gozo e a alegria e seu culto se associava as prostituições sagradas: sacerdotizas que serviam em seu templo eram encarregadas de iniciar os homens jovens nos prazeres do amor.
  Desde as eras mais primitivas, Vênus/Afrodite está associada a estrela das doces confidências, a primeira das belezas celestes, que inspirava apaixonados com a impressão do seu brilho suave sobre a alma contemplativa. Em todas as mitologias, a divindade representa os mais belos atrativos e não há quem possa rivalizar com ela. Sob seu manto de proteção estão a alegria de viver, a embriaguez dos sentidos, o prazer da estética, o reino da ternura e das carícias, o desejo amoro de fusão sensual, a busca eterna pela harmonia e pela paz no coração, ou a tudo aquilo que chamamos de felicidade. Na mitologia afro-brasileira, Afrodite é a nossa querida Iemanjá.
(almanaque do pensamento 2010, ed.Pensamento-cultrix Ltda)